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Você sabe quanto dinheiro sua empresa joga no lixo por falta de manutenção elétrica em Curitiba?

manutenção elétrica em Curitiba

As indústrias e empresas que não fazem a manutenção elétrica em Curitiba dos seus equipamentos e de sua rede elétrica costumam perder dinheiro com energia por diversos fatores:

  1. Superaquecimento provocado por subdimensionamento da estrutura de distribuição da energia, incluindo cabos e quadros de distribuição. Veja neste vídeo o flagrante de superaquecimento em um desses quadros. O problema foi detectado durante uma manutenção programada feita pela OMS em um de seus clientes.

  1. Problemas em transformadores que podem provocar incêndios, explosões e paralisar atividades.
  2. Desperdícios gerados por “efeito Joule”, erros de tensão e corrente, baixo fator de potência e outros problemas comuns aos sistemas elétricos.
  3. Falta de manutenção em máquinas e equipamentos movidos a eletricidade.

Veja este vídeo, em que o engenheiro-eletricista da OMS, Osmar Nascimento Costa, explica como ocorrem esses desperdícios em empresas que não fazem a manutenção elétrica em Curitiba ou outras cidades.

Agora que relembramos diversos fatores envolvidos na manutenção elétrica, vamos nos ater aos equipamentos e motores de sua empresa.

Como anda a saúde dos seus motores?

Os motores são responsáveis pela maior parte do consumo na indústria. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o setor industrial consome 43,7% de toda energia elétrica no Brasil. O parque motriz gasta 68% dessa energia elétrica, e 30% dela são consumidos por motores elétricos. Boa parte desse consumo ocorre pela falta de manutenção. Também pelo recondicionamento dos motores, o que os torna pouco eficientes.

“É muito comum, em uma empresa, máquinas serem acionadas por motores elétricos em condições precárias de funcionamento. O pretexto para isso é não se prejudicar a produção ou por simples descaso. A manutenção ou o reparo da máquina é, geralmente, feito somente quando a produção permite, ou quando as condições de funcionamento se tornam tão precárias que impedem a sua operação. Tal procedimento, além de poder danificar a máquina, reduz sua vida útil. Essa atitude geralmente provoca grandes desperdícios de energia” – diz a Companhia Paranaense de Energia Elétrica, a Copel, em seu manual de eficiência energética.

Requisitos

Quando o assunto são os motores e equipamentos elétricos por eles acionados, temos requisitos que precisam ser verificados na manutenção elétrica em Curitiba, como:

  1. Energias ativa e reativa: equipamentos como motores e transformadores que funcionam com corrente alternada e possuem um circuito magnético absorvem energia ativa e energia reativa. A energia ativa produz trabalho, como ocorre na rotação do eixo de um motor. A reativa não movimenta as máquinas, mas mantém um fluxo magnético indispensável ao funcionamento dos motores. Temos, então, uma corrente ativa e uma reativa. Além delas uma terceira, a corrente aparente (ou corrente de carga), que circula pelo circuito e causa o aquecimento dos condutores. Isso gera perdas por “efeito Joule”.

Quando a relação entre a corrente ativa e a corrente de carga é baixa, temos baixo fator de potência. Quanto menor ele for, maior será a corrente de carga que circula pelos condutores e, portanto, maior será o aquecimento e a perda de energia.

  1. Baixo fator de potência x consumo: quando um motor elétrico opera no vazio, com baixa carga, ele continua consumido energia reativa. Ou seja, motores superdimensionados ou funcionando com baixa carga desperdiçam energia. A manutenção elétrica dos motores avalia e corrige esses e outros casos de consumo desnecessário por baixo fator de potência.

Baixa potência

Além do desperdício, uma instalação com baixo fator de potência sofre oscilações de tensão que podem queimar motores. Pode também gerar perdas de potência e sobrecargas. Essas sobrecargas levam a danos e desgastes prematuros e a dificuldades de ajuste do sistema.

  1. Perda ôhmica ou “efeito Joule”: é causado pela resistência à passagem da corrente elétrica nos componentes de um sistema de distribuição (transformadores, disjuntores, cabos condutores e conectores, entre outros). Essa resistência dissipa a potência elétrica na forma de calor. É como queimar energia. “Essas perdas aquecem o ambiente, tornando, em muitos casos, necessária a renovação do ar, que se processa através de ventiladores e exaustores, elevando ainda mais o consumo de energia e a demanda de potência solicitada” – explica a Copel.

A manutenção elétrica, ao identificar o problema, permitirá a sua correção. Podem ser adotadas medidas como:

  • utilizar condutores e materiais com menor resistência à corrente;
  • substituição dos condutores antigos por outros com maior ampacidade, de acordo com normas técnicas;
  • reduzir o comprimento dos condutores. Toda a disposição da planta industrial ou empresarial pode ser redimensionada. Uma readequação física dos equipamentos pode ser adotada para reduzir os comprimentos dos circuitos, gerando menos pontos de contato e, portanto, menor resistência.
  1. Nível de Tensão Nominal: a tensão necessária para o máximo rendimento de um equipamento ou sistema elétrico é chamada nominal. Cada aparelho possui uma tensão nominal recomendada. A manutenção elétrica avalia se a tensão está adequada. Uma tensão elétrica abaixo da nominal causa esforço exagerado das máquinas, provocando seu aquecimento e também elevando seu consumo.

Na ponta do lápis, os benefícios da manutenção elétrica em Curitiba

Ao detectar problemas, a manutenção elétrica dos sistemas e suas máquinas – as principais consumidoras de energia no setor industrial – proporciona:

  1. Melhor aproveitamento das instalações e equipamentos elétricos.
  2. Isso permite a melhoria na qualidade dos produtos fabricados ou serviços oferecidos.
  3. Queda do consumo de energia por otimização dos sistemas ou redução de perdas.
  4. Aumento da produtividade.
  5. Redução da conta de luz.
  6. Conservação da vida útil dos equipamentos.

Todos esses benefícios tornam-se mensuráveis com uma simples comparação do consumo antes e depois da manutenção elétrica em Curitiba e da realização dos reparos e ajustes necessários. Somada a um programa de eficiência energética, a manutenção preventiva e corretiva é, sem dúvida, indispensável a toda empresa eficiente. “Numa instalação que não tem manutenção, que não teve o dimensionamento adequado, você está jogando energia fora. Se você não faz manutenção, no dia em que acontece um problema ou estrago, você acaba gastando muito mais” – conclui Osmar Nascimento Costa, sócio da OMS Engenharia.