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Tarifa branca: Projetos elétricos em Curitiba podem se beneficiar com a nova modalidade tarifária brasileira

projetos elétricos em Curitiba

Olhar o relógio será fundamental para economizar energia com a tarifa branca, que pode beneficiar os projetos elétricos em Curitiba. Desde primeiro de janeiro, os consumidores de baixa tensão (residências, empresas e pequenas indústrias) podem aderir ao novo sistema de cobrança, que possui três preços diferentes por kWh (quilowatt/hora), conforme o horário do consumo:

projetos elétricos em Curitiba
projetos elétricos em Curitiba

1. Horário fora de ponta – o mais barato.

2. Intermediário – uma hora antes e uma depois do horário de ponta.

3. Horário de pico (ou ponta) – o mais caro. Este horário varia de acordo com as concessionárias. No caso da Copel, é de 2ª a 6ª feira, das 18h às 21h (das 19h às 22h no Horário de Verão).

Pode aderir à tarifa quem consome média mensal superior a 500 kW/h (quilowatts/hora). Também as novas ligações, atendendo aos novos projetos elétricos em Curitiba e demais regiões brasileiras.

● Os consumidores que quiserem optar pelo regime precisam oficializar o pedido junto à Copel, no caso do Paraná.

● Após fazer a solicitação à distribuidora, esta tem 30 dias para instalar um novo medidor gratuitamente.

● Novas ligações devem ser atendidas em cinco dias em área urbana e 10 dias na zona rural.

Como funciona a cobrança?

O regime de preços diferenciados por horário beneficia quem consome menos no horário de ponta. O jornal Folha de São Paulo fez uma simulação do gasto com chuveiro para um consumidor residencial . A tarifa usada foi a convencional, paga R$ 0,28 por kWh.

● Se esse consumidor costuma tomar um banho no horário intermediário e dois no horário de pico, gastará R$ 4,85 a mais na conta de luz com a tarifa branca.

● Mas se esse mesmo consumidor deslocar dois banhos para fora do horário de pico, economizará R$ 3,85 em relação à tarifa convencional (sem a tarifa branca).

Na prática

Mudança de hábito, controle e consciência são, portanto, fundamentais para uma boa economia com o novo sistema de tarifação. “É importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca, conheça seu perfil de consumo. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta, maiores são os benefícios desta modalidade. Todavia, a tarifa branca não é recomendada se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta. Nessas situações, o valor da fatura pode subir. Por isso, é bom ter atenção ao solicitar a mudança” – explica a assessoria de imprensa da Aneel .

O consumidor de tarifa branca que não conseguir se adequar aos horários fora de pico e perceber que a conta está ficando mais cara ao invés de cair, poderá retornar à tarifa convencional a qualquer momento. As distribuidoras terão 30 dias de prazo para realizar a mudança.

Mas alguns especialistas calculam que até mesmo os consumidores que não mudarem seus hábitos economizarão com a tarifa branca. E que isso levará as concessionárias de energia a sofrerem perdas de faturamento que poderão ser repassadas aos consumidores da tarifa convencional.

Projetos elétricos em Curitiba já podem prever a tarifa branca

Para garantir eficiência energética com a máxima economia, as novas construções poderão sair da planta prevendo a otimização do consumo para os horários de fora de ponta. A utilização de sensores de presença para desligar a iluminação no horário de pico é um exemplo de medida que poderá ser prevista nos novos projetos elétricos em Curitiba.

Da mesma forma, consumidores antigos podem implantar um programa de eficiência energética em sua residência, comércio ou indústria. “No programa de eficiência energética fazermos o estudo in loco das instalações elétricas e dos hábitos de consumo de cada empresa. Com isso podemos projetar alternativas como a instalação de uma geração própria de energia para que, no horário de ponta, o cliente não utilize energia da concessionária” – explica Osmar Nascimento Costa, engenheiro eletricista da OMS Engenharia.

Em 2018, portanto, será possível estabelecer uma relação mais intensa entre planejamento e consumo consciente. Desta fora se aproveitará as bandeiras tarifárias brasileiras.

Isso certamente beneficiará os novos projetos de engenharia elétrica em Curitiba e no Brasil, em escala irreversível. A adesão à tarifa branca será ampliada a uma faixa cada vez maior de consumidores:

● em 2018 só pode aderir quem consome pelo menos 500kWh/mês

● mas a partir de 1° de janeiro de 2019, quem consome mais de 250kWh/mês também poderá aderir

● e em 1° de janeiro de 2020, a tarifa branca será aberta a todos os demais consumidores.

Conte com a OMS para fazer seus projetos elétricos em Curitiba ou implantar medidas de eficiência energética. E aproveite as bandeiras tarifárias para economizar. O consumo consciente é bom para o seu bolso, para a sua marca e para o planeta. Abraço!