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Análise do óleo do transformador em Curitiba evita perigos como explosão e paralisação de atividades

ANÁLISE DE ÓLEO DO TRANSFORMADOR EM CURITIBA

Veja como a análise de óleo do transformador em Curitiba pode evitar enormes perdas financeiras e acidentes em indústrias e empresas, além de dobrar a vida útil do equipamento.

De um lado está o fornecedor de energia. De outro, a empresa que a utiliza. No meio do caminho está o transformador. Ele é o equipamento que transforma a energia recebida da distribuidora para o tipo de energia utilizado na produção industrial – de alta para baixa ou média tensão, por exemplo. Essencialmente, é o equipamento que aumenta ou diminui valores de tensão.

Como funciona a mudança de tensão?

A energia que é transmitida pelas redes de distribuição elétrica chega até os transformadores com tensão média de 13,8 kV. Se fosse utilizada dessa forma em residências, indústrias, comércios ou edifícios, danificaria totalmente os equipamentos eletroeletrônicos dos consumidores.

Isso porque nossos aparelhos não suportam tamanha tensão. Desse modo, a energia precisa passar pelo transformador, que rebaixa a tensão para 380V, de onde são extraídas as tensões de 220V e 110V que utilizamos em nossas casas.

Existem vários tipos de transformadores, mas quanto à tensão, temos essencialmente:

  1. Monofásicos: operam em até duas fases (127V – 220V ).
  2. Trifásicos (ou de potência): operam em 220V-380V-440V. São aplicados na transformação de tensão e corrente. Eles elevam a tensão e diminuem a corrente, reduzindo perdas de energia por Efeito Joule (sobreaquecimento nos enrolamentos).
  3. Autotransformadores: são acoplados a outros transformadores para diminuir ou “casar” impedâncias de circuitos eletrônicos.

Transformadores trifásicos comuns são os que vemos nas ruas das cidades. Eles recebem a tensão que vem da estação de distribuição em 13,8 KV (13800 Volts) e a transformam em 127V e 220V. Nas residências, costumeiramente temos um transformador monofásico, que transforma a tensão de 127V para 220V, assim como de 220V para 127V.

Agora que entendemos o que faz esse importante equipamento, veremos por que é necessária a periodicidade na análise de óleo do transformador em Curitiba.

Análise de óleo do transformador em Curitiba é essencial para a manutenção da atividade industrial

Nas indústrias, o transformador de potência é o equipamento com maior importância estratégica, e também o que exige maior investimento. A ocorrência de uma falha que retire um transformador de serviço para consertos não programados pode causar problemas financeiros graves. Várias operações podem ser paralisadas e pesadas multas podem ser impostas às empresas inoperantes.

Além de paralisar máquinas e interromper a produção gerando perdas financeiras, a falta de manutenção no transformador pode ocasionar:

  • Curto-circuito (ou “arco elétrico”)

Superaquecimentos que, além de perigosos, causam desperdício de energia e elevam a conta de luz

  • Deterioração acentuada da isolação
  • Formação de gases em consequência de descargas elétricas parciais.

Os transformadores utilizam óleos como isolantes. Além de   garantir o isolamento elétrico entre as partes energizadas, o óleo do transformador permite a refrigeração interna por meio da transferência de calor.

Por isso, quando o óleo está deteriorado, com viscosidade alterada, por exemplo, pode se tornar ineficaz. O transformador torna-se, então, passível de superaquecimento, explosões, curtos e consequente imobilização de toda a cadeia industrial.

Na prática

ANÁLISE DE ÓLEO DO TRANSFORMADOR EM CURITIBAFoi o que quase aconteceu com o empresário Abílio de Oliveira Santana, dono da indústria gráfica Hellograf, em Curitiba. Como suas impressoras de última geração demandam enorme carga de energia, a produção exige um transformador. E este estava prestes a explodir. Sem deixar sintomas. “Eu estava com um problemão na mão e não sabia. Tinha roubo de energia, causado pelo superaquecimento, e isso poderia parar a produção” – contou Abílio Santana, proprietário da gráfica.

A sorte é que Abílio contratou a OMS Engenharia para realizar a manutenção de sua rede elétrica a tempo. Além de identificar pontos de aquecimento nos painéis elétricos da gráfica, foi realizada a inspeção no óleo do transformador. E ela revelou alterações que demandaram uma parada programada para a manutenção do equipamento. Assim, tanto a paralisação da planta industrial como acidentes graves puderam ser evitados.

O exemplo mostra como a análise periódica de óleo do transformador em Curitiba é essencial para evitar transtornos e garantir o bom funcionamento de todo o sistema elétrico.

Como é feita a análise de óleo do transformador em Curitiba?

A qualidade do óleo isolante é avaliada por meio de ensaios físico-químicos de tensão, alteração de cor, interface, índice de neutralização, rigidez, teor de água e perdas dielétricas.

Além desses testes, falhas em estágio inicial podem ser reveladas por “análise cromatográfica”. Esta avalia a presença de gases dissolvidos no óleo isolante. Gases como hidrogênio, monóxido e dióxido de carbono, metano e outros.surgem em consequência de processos de decomposição do óleo. E sua presença revela um princípio de deterioração.

Que problemas podem ser detectados pelas análises?

A presença de determinados gases revela vários problemas. Entre eles:

  • Ocorrência de arco elétrico (curto-circuito)
    A ocorrência de curtos produz grandes quantidades de hidrogênio e acetileno, além de quantidades pequenas de metano e etileno. O óleo pode até ser carbonizado por arcos elétricos.
  • Descargas parciais
    Pequenas descargas elétricas produzem hidrogênio e metano, além de um pouco de etano e etileno.
  • Celulose superaquecida                                                                                                                                          Grandes quantidades de dióxido e monóxido de carbono são liberadas por celulose superaquecida. A celulose é utilizada como isolante. Metano e etileno são formados quando a falha envolve uma estrutura impregnada em óleo.
  • Ferrugem                                                                                                                                                                           A decomposição da água associada à ferrugem resulta na formação de grandes quantidades de hidrogênio e pequenas quantidades de outros gases combustíveis. Água e calor são os piores inimigos do isolamento de um transformador. A consequência imediata é o superaquecimento.

Os testes, portanto, identificam a deterioração do óleo e do próprio transformador. E possibilitam programar uma paralisação para corrigir problemas com antecedência, evitando grandes gastos com reparos ou mesmo a substituição do equipamento.

“A análise de óleo do transformador em Curitiba pode evitar enormes perdas financeiras e acidentes em indústrias e empresas. Além disso, com boas condições de operação e manutenção constante, a vida útil de um transformador, que é estimada em 25 a 30 anos, pode ser prolongada para até 50 anos” – conclui Osmar Nascimento Costa, engenheiro-eletricista da OMS Engenharia.