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Instalação de para-raios em Curitiba: conheça o Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) que protege até áreas externas!

Instalação de para-raios em Curitiba: imagem de raio

A incidência de raios em Curitiba cresceu 750%  no início do verão 2019, de acordo com o Elat – o Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O aumento médio de raios na estação chegou a 50% em ralação a 2018, mostrando por que a instalação de para-raios em Curitiba é tão importante!

Um para-raios – também conhecido como Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA) – pode evitar perdas enormes às empresas, além de salvar vidas. Afinal:

  • Raios mataram 1.790 brasileiros entre 2000 e 2014.
  • O Brasil é o líder mundial de raios!
  • Recebemos mais de 78 milhões de descargas atmosféricas por ano, de acordo com o Inpe.
  • Curitiba tem densidade de 4,6 raios por quilômetro quadrado/ano.
  • 515 raios foram registrados pelo Inpe na capital paranaense só entre 21 de dezembro e 15 de janeiro de 2019, contra 60 no mesmo período do ano anterior!

Esse crescimento impressionante não foi apenas um efeito do El Niño. “Nos últimos anos, a gente tem identificado eventos climáticos cada vez mais severos” – afirma o diretor geral da Aneel, André Pepitone da Nóbrega.

Ou seja: a incidência de raios aumenta a cada ano. E exige medidas para evitar estragos como os que veremos a seguir.

Os danos que um raio pode causar à sua empresa

A descarga que um relâmpago produz equivale a mil vezes a corrente elétrica de um chuveiro. E sua temperatura pode chegar a 30 mil graus Celsius. Isso equivale a cinco vezes a temperatura da superfície do Sol!

Se um raio com esse potencial atinge uma edificação desprovida de um Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas, pode:

  1. queimar equipamentos e máquinas
  2. causar incêndios
  3. interromper o suprimento de energia
  4. afetar a rede de comunicação de dados e telefonia
  5. matar pessoas e animais
  6. comprometer a estrutura física da edificação
  7. causar enorme destruição patrimonial.

O pior é que esses estragos podem se alastrar por propriedades vizinhas. Isso porque a descarga atmosférica produz uma corrente elétrica de alta intensidade que se propaga pelo solo em um raio de até 5 Km!

Portanto, uma descarga atmosférica que atinge uma empresa pode comprometer instalações elétricas vizinhas e colocar os seres vivos em risco em toda a sua circunferência de ação. Como isso ocorre?

Prejuízos que se alastram!

Os danos de um raio se alastram porque as descargas atmosféricas produzem campos eletromagnéticos que se irradiam no espaço.

E por onde passam, esses campos induzem picos de tensão e corrente elétrica onde houver metal.

É o caso de:

  • cabos e fios metálicos de redes elétricas
  • estruturas metálicas das edificações
  • cercas de arame (em instalações rurais, por exemplo)
  • redes de transmissão de sinais (dados, telefonia, TV)

Esses danos podem ser evitados com a instalação de para-raios em Curitiba que tenham longo alcance, como o SPDA ionizante.

O para-raios ionizante protege não apenas edificações, mas também áreas externas.

Vejamos agora como esse sistema funciona e por que garante máxima proteção contra raios.

A superproteção do para-raios ionizante

Foi-se o tempo em que a instalação de para-raios em Curitiba se limitava a proteger edificações.

Claro que a proteção direcionada apenas a ambientes internos ainda é amplamente utilizada. Ela se baseia no sistema Faraday-Franklin de uma ponta metálica que direciona a descarga atmosférica. Após “capturá-la”, o para-raios a desvia até uma área preparada do solo, a fim de que não atinja o interior da edificação.

O problema desse sistema convencional é que a maioria dos acidentes com raios acontece em áreas abertas.

É o caso de pátios de empresas, áreas de manobra logística, estacionamentos, campos de futebol, praias, depósitos de matérias ao ar livre, etc.

Nesses locais, qualquer árvore, objeto pontiagudo ou mesmo o corpo humano pode funcionar como uma antena.

Esse fenômeno ocorre porque cargas e campos elétricos tendem a se concentrar na extremidade dos objetos que encontram no caminho.

Para solucionar essa lacuna, pesquisas foram feitas na Europa e, há 30 anos, foi desenvolvido o Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosférica (SPDA) com para-raios ionizante.

Diferentemente do para-raios convencional, o para-raios com dispositivo de ionização (PDI) tem longo alcance e protege não apenas as edificações, como também áreas externas. Vejamos agora as diferenças entre o PDI e o SPDA tradicional.

Diferenças entre o para-raios ionizante e o SPDA convencional

O para-raios de um SPDA tradicional é passivo. Isso significa que ele direciona a descarga elétrica já formada para o solo.

Já o para-raios ionizante é considerado ativo. Ou seja: ele detecta e antecipa a formação da descarga atmosférica.

Em outras palavras, o equipamento – composto de ponta metálica e dispositivos eletrônicos – se conecta com o raio em um ponto mais alto.

Isso possibilita ampliar a área de proteção em torno da descarga elétrica. Por isso o seu raio de proteção supera o de todos os Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas convencionais.Instalação de para-raios em Curitiba: imagem de para-raios ionizante

Vantagens da instalação de para-raios em Curitiba com ionização

1. Instalação do para-raios simplificada

O para-raios ionizante propicia instalação e manutenção simplificadas e mais baratas em comparação ao sistema convencional. Outras vantagens são:

  • Menor possibilidade de quebra de telhas
  • Menor agressão à arquitetura
  • Menor tempo de instalação
  • Menor impacto, já que o raio atinge diretamente o aparelho
  • Reaproveitamento do sistema em caso de mudança.

2. Boa resistência

Com design mais robusto que o de uma ponta simples, o para-raios ionizante possui alta resistência. O equipamento é capaz de suportar várias descargas atmosféricas e condições climáticas extremas.

3. Automação

O acionamento do para-raios ionizante é eletrônico e autônomo. Por isso, não necessita de nenhuma fonte de energia para entrar em funcionamento.

Alguns modelos, como o para-raios Prevectron, da marca Indelec, são ativados automaticamente em condições de tempestade.

4. Confiabilidade testada

Desde 1993 os para-raios ionizantes da Indelec são testados em laboratório, geralmente de alta tensão, e in situ, ou seja, no local da utilização. Esses testes, realizados na América, Europa e Ásia, comprovaram a resistência e eficácia da tecnologia em:

  • condições reais de tempestade
  • tempestades tropicais e de inverno
  • raios ascendentes e descendentes
  • descargas elétricas repetidas

Maior proteção

Por oferecer maior proteção que um para-raios de ponta simples, o sistema ionizante é ideal para grandes infraestruturas e zonas abertas.

É o caso de fábricas, galpões, parques, quadras esportivas e outras empresas que, com o sistema, podem ampliar sua segurança contra raios.

Basta lembrar que uma grande indústria, por exemplo, pode ter vários prédios para diferentes setores. E funcionários e máquinas circulam entre essas edificações, permanecendo em áreas abertas.

Como o diâmetro de proteção do para-raios ionizante é maior, permite proteger tanto as edificações quanto áreas abertas. Isso confere maior segurança a pessoas (funcionários e clientes) e a materiais (como inflamáveis) ou equipamentos (como veículos e máquinas).

Esse sistema tem se mostrado vantajoso na segurança de grandes estruturas e áreas abertas. Não é à toa que tem mais de 1 milhão de unidades instaladas ao redor do mundo.

E as empresas já podem realizar a instalação de para-raios em Curitiba, Paraná e sul ou outras regiões do Brasil com o sistema ionizante, como veremos adiante!

Onde e como instalar para-raios em Curitiba?

Para instalar um Sistema de Proteção Contra Descargas atmosféricas – seja ele ionizante ou convencional – o ideal é seguir estes passos:

Instalação de para-raios em Curitiba: imagem de descarga atmosférica

  1. Realize a avaliação do SPDA de sua edificação

Essa avaliação precisa ser feita por engenheiros-eletricistas mediante a realização de um laudo de SPDA.

O laudo SPDA avalia o sistema de proteção contra raios e indica o nível de segurança ideal para cada edificação.

Isso ocorre porque cada tipo de imóvel precisa de um sistema mais ou menos completo, de acordo com as atividades realizadas no local, nível ideal de proteção, tamanho e tipo de edificação, condições ambientais, normas e outros fatores.

Para entender melhor como essa avaliação funciona, ouça esse podcast com o engenheiro-eletricista Henrique Costa, da OMS Engenharia. É só clicar na imagem e ouvir!

  1. Corrija os problemas apontados pelo laudo SPDA

Como ouvimos no podcast, algumas empresas já possuem algum nível de proteção e só precisam corrigir sistemas mal executados. Ou ampliar a segurança de acordo com a atividade e uso da edificação, definidos por normas.

Em outros casos, o laudo apontará a necessidade de instalar para-raios mais potentes ou sistemas como o SPDA ionizante.

No caso de empresas, indústrias, condomínios ou residências em construção, o projeto elétrico já deve prever o melhor sistema de proteção, de acordo com a finalidade da edificação.

  1. Evite multas: a instalação de para-raios é obrigatória!

Por lei, toda edificação precisa de algum tipo de Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.

É a NBR-5419/2015 que regulamenta como deve ser o projeto, construção e manutenção de SPDAs e para-raios no Brasil.

A norma recomenda ainda uma avaliação anual do sistema, para garantir que empresas, indústrias ou residências estejam realmente protegidas.

Isso precisa ser levado em conta antes de dar o próximo passo, que é a escolha do SPDA.

  1. Defina o modelo de SPDA

O tipo de SPDA ideal para a sua empresa é o que oferece melhor custo-benefício. Não é necessário instalar um sistema completo e robusto ou ter proteção externa se você tem uma empresa pequena ou uma residência. Como diz o ditado popular, cada caso é um caso…

Numa residência, por exemplo, talvez um sistema de aterramento seja suficiente. Ou seja necessária a instalação de um dispositivo de proteção contra surtos (DPS).

Em outros casos, o sistema com para-raios ionizante será a melhor alternativa, e assim por diante.

É com base no laudo SPDA que a empresa de engenharia-elétrica escolhida para realizar o serviço irá ajudar sua empresa a definir o melhor sistema.

Se você quiser saber um pouco mais sobre o laudo SPDA, clique na figura e baixe nosso e-book gratuito sobre laudos elétricos.

instalação de para-raios em Curitiba: e-book sobre laudos elétricos

  1. Escolha a empresa de instalação de para-raios em Curitiba

A credibilidade da empresa escolhida para realizar a instalação do SPDA, seja convencional ou ionizante, é extremamente relevante. Isso porque, como vimos, um raio pode destruir equipamentos, edificações e negócios que levaram uma vida inteira para ser construídos!

A OMS Engenharia realiza a instalação de para-raios em Curitiba com os dois sistemas: o tradicional e o ionizante.

Somos representantes da marca Indelec, fabricante multinacional de para-raios ionizantes que atua no Brasil há mais de 25 anos.

A empresa possui sede na França e exporta seus produtos a mais de 80 países.

Os para-raios da marca seguem as normas NFC 17-102 (criada na França em 1995 e atualizada em 2011), NFC 17-102 (referência para a Proteção com Dispositivo de Ionização – PDI) e IEC 62305, UNE 21186, NP 4426 e IRAM 2426 entre outras.

E conquistaram certificações junto a centros de pesquisa em vários países. Como:

  • Underwriters Laboratories
  • Bureau Verita
  • Unicamp
  • Conformidade Europeia
  • Qualifoudre

A OMS pode te ajudar a implantar um para-raios ionizante ou convencional. Contate-nos aqui ou venha tomar um café conosco para tirar suas dúvidas e começar seu projeto SPDA agora mesmo! Afinal, evitar acidentes com raios é preservar seu patrimônio e salvar vidas!

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