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Dia da Eletromobilidade: OMS Engenharia desenvolve soluções para a eletromobilidade no Brasil

Eletromobilidade: imagem de evento Paraná Inovador

No sábado, dia 19 de outubro (2019), durante o evento Paraná Inovador, foi sancionada simbolicamente pelo vice-governador Darci Piana a lei que cria o Dia da Eletromobilidade.

A partir de agora a data, que também comemora o Dia Nacional da Inovação, passa a fazer parte do calendário oficial de eventos do Paraná.

Mas o que é necessário para que modais elétricos como carros e ônibus sejam comuns na vida das pessoas e circulem pelas ruas normalmente?

A resposta é: energia elétrica. Mais precisamente, engenharia elétrica aplicada a veículos elétricos e soluções econômicas de abastecimento para o setor. Vamos a elas?

Dia da Eletromobilidade: Darci Piana assina lei que cria Dia da Eletromobilidade

 

O Dia da Eletromobilidade e a energia elétrica

Um carro movido a eletricidade pode ser carregado, por exemplo:

O problema é que nem sempre o proprietário desse tipo de veículo possui essas opções à disposição.

Suponhamos que ele queira viajar com a família para um outro estado. Do Paraná para o Rio grande do Sul, por exemplo.  Onde ele irá “abastecer” o seu automóvel movido a energia? Será que ele não ficará sem “gasolina”?

Dia da eletromobilidade: imagem de Carro Movido a Sol

 

Infraestrutura para veículos elétricos

No Brasil, para resolver o problema do “abastecimento” dos carros elétricos, iniciativas públicas e privadas precisam ser implantadas em um contexto federal.

O Uruguai, por exemplo, em 2018, criou a primeira rodovia elétrica da América Latina. O projeto tem como objetivo preparar o país para o futuro sustentável. A rota uruguaia vai de Maldonado a Colônia e pode ser feita com tranquilidade para quem estiver de carro elétrico, porque existem várias estações de recarga no caminho.

No Brasil, o Paraná lançou a primeira eletrovia nacional em 2018. A rota terá oito unidades de abastecimento elétrico gratuito instaladas na BR-277 entre Paranaguá, no extremo leste do estado, e Foz do Iguaçu, no extremo oeste.

Mas ainda são incipientes ações públicas como o Hibriplug, o ônibus elétrico de Curitiba (projeto do qual a OMS participou em 2016).

Em uma outra ação, desta vez da iniciativa privada, a distribuidora EDP irá cobrir, até 2022, todo o estado de São Paulo com uma rede de abastecimento de carros elétricos.

O custo previsto do projeto é de R$ 33 milhões, e os postos ficarão a uma distância de 150 km entre si.

Certamente, a empresa mira o crescimento do mercado para esse tipo de veículo, que até 2030 será de 5% da frota brasileira.

Porém, para que os carros elétricos “ganhem vida” em nosso dia a dia, é necessário sair dos incentivos isolados e setorizados — como o de São Paulo e do Paraná.

 

Ações necessárias para alavancar a eletromobilidade

Ou seja, a federação precisa abraçar verdadeiramente a ideia dos carros movidos a energia elétrica. Criar condições concretas, como:

  1. os postos de abastecimentos em todo o Brasil
  2. a diminuição dos impostos que elevam os preços da importação desse tipo de veículo às alturas
  3. criar fábricas de veículos elétricos no país.

Os carros elétricos já não são uma modinha ou uma “ideia maluca de gente excêntrica”. Esses veículos, assim como as energias renováveis, são uma realidade palpável e não há mais como voltar atrás. Pensar que o futuro do Brasil é o etanol — em nosso ponto de vista — é fechar os olhos para as novas tecnologias que o mundo está conquistando. É ficar preso a um passado retrógrado e andar na contramão da evolução tecnológica que o mundo está vivendo.

Para Henrique Costa, engenheiro-eletricista que representou a OMS no evento Paraná Inovador, a lei que criou o Dia da Eletromobilidade “é um passo a mais que a iniciativa pública do Paraná dá para fomentar energias limpas e incentivos que visam percorrer o caminho de um mundo que se preocupa com o meio ambiente”.

Paraná Inovador: imagem de engenheiro Henrique Costa no evento Paraná Inovador

Porém, ainda é preciso avançar mais. “É preciso resolver o problema dos postos de abastecimento, baixar o valor dos veículos e aumentar a autonomia das baterias. Acredito que tudo isso será resolvido brevemente. Esse tipo de energia é uma tendência para o futuro. Não tem volta. Em 5 anos o mundo será outro e por isso a OMS Engenharia já está preparada para realizar qualquer tipo de instalação de energias limpas”.

 

O Paraná Inovador

A formalização do Dia da Eletromobilidade foi também o ato de encerramento da primeira edição da Semana Paraná Inovador. O evento promoveu palestras, workshops, talkshows, exposições, painéis de debate e apresentações de startups paranaenses.

Uma exposição de modais elétricos realizada no Palácio Iguaçu instigou a curiosidade do público. Carros elétricos das mais variadas marcas, monociclos elétricos e novas soluções tecnológicas foram admiradas pelo público na exposição.

Conheça alguns veículos presentes no Dia da Eletromobilidade

Alpha Ride

É um uniciclo elétrico gravitacional focado na mobilidade pessoal. Usa a energia elétrica e o controle gravitacional para se movimentar em quase todos os espaços. A autonomia é de 35 a 40 quilômetros, dependendo do tipo de terreno. A velocidade máxima é de 25 Km por hora e o tempo de carga da bateria é de 4 horas. A bateria tem uma durabilidade de 5 anos. Suporta uma carga de até 150 quilos e pesa 34 quilos.

 

Uniciclo elétrico: imagem de uniciclo

 

BMW I3

Repleto de inúmeros serviços digitais e sistemas de assistência ao motorista, carrega a bateria em uma estação de carregamento rápido CC em 40 minutos. Com essa recarga, pode percorrer até 180 Km. Possui uma gestão inteligente de energia que o torna eficiente em percursos mais longos. Possui uma autonomia de até 385 Km e uma aceleração de 0 100 Km em 8 segundos. A velocidade máxima é de 150 Km por hora.

 

BMW elétrico: imagem de carro elétrico da BMW

 

Renault Zoe

Possui autonomia de 300 km e um processo de carga regenerativa no processo de frenagem. Com uma carga de 30 minutos, a bateria fica 30% carregada. Essa energia é suficiente para percorrer 90 Km. O processo de alimentação completo dura, dependendo de onde se carrega e o tipo de carregador, de 2h40m até 7 horas. O Zoe vai de 0 a 50 Km em 4 segundos. Possui sistema multimídia, potência de 92 CV / 3.000 a 11.300 rpm e um torque máximo de 220Nm/ a 2.500 rpm.

 

Carro elétrico Renault: imagem de Ranault Zoe,

 

JAC iEV40

O modelo da JAC Motors tem 115 cv de potência e 270 Nm (27,6 kgfm) de torque, o garante arrancadas de 0 a 50 km/h em menos de 4 segundos. Provido de refrigeração líquida e sistema de regeneração de carga em favor das baterias, o JAC iEV40  percorre 7,7 km/kW. A bateria de lítio tem autonomia para 40kWh.

De acordo com o fabricante, o veículo é capaz de rodar 300 km com a carga completa, o que dá, em média, um consumo de 13 kWh por 100 km. “O iEV40 é um dos modelos elétricos mais eficientes e econômicos do mundo. Para recarregá-lo por completo, considerando o custo médio (há variação por estado brasileiro) de R$ 0,55 por kW, o consumidor desembolsará R$ 22. ´Encher o tanque´ por esse valor e rodar 300 km significa, em linhas gerais, um custo por km rodado seis vezes menor do que um modelo com motor térmico!” – diz a JAC Motors.

Dia da Eletromobilidade: imagem de veículo elétrico JAC Motors

Preparado para economizar com projetos que aliam a economia da geração solar a veículos elétricos? Contate a OMS e conte-nos sua ideia! Somos especialistas em desenvolver soluções para fomentar a eletromobilidade no Brasil!