Conhecer os tipos de cabeamento estruturado e os layouts de redes mais utilizados é o primeiro passo para a sua empresa em Curitiba implantar uma comunicação de dados veloz e eficiente.
Na era da Inteligência Artificial (IA) e do 5G, isso significa possuir uma rede robusta e preparada para suportar novas tecnologias, serviços e sistemas administrativos que geram um volume de dados cada vez maior.
Essa não é uma tarefa tão simples para os gestores. E por isso preparamos um pequeno guia para ajudar.
Você pode começar entendendo estes três pontos:
- Quando falamos em redes de cabeamento estruturado, nos referimos à infraestrutura física de uma rede lógica que integra dados, voz e imagem.
- A rede lógica é o modo como os sinais de internet, telefonia e imagens irão trafegar e com que sistemas serão acessados.
- Já a rede de cabeamento estruturado constitui a forma física, o É a maneira como cabos, conectores e dispositivos – os vários componentes da configuração lógica – serão dispostos.
Para ter um bom desempenho em termos de velocidade, qualidade de sinal e capacidade de transmissão, essa estrutura física precisa seguir alguns padrões de organização e de cabeamento.
É o que explicaremos a seguir, apontando os principais tipos de cabeamento estruturado em Curitiba utilizados por empresas que buscam eficiência na comunicação com o melhor custo-benefício. Conte com a expertise da OMS e implante a melhor solução para o seu negócio!
Tipos de cabos mais utilizados numa rede de cabeamento estruturado em Curitiba
Quando sua empresa precisa de um cabeamento estruturado eficiente, confiável e dentro dos padrões técnicos, escolher os materiais certos faz toda a diferença. Os tipos de cabos utilizados são fundamentais para garantir uma rede estável, com boa velocidade e preparada para as necessidades atuais e futuras.
Atualmente, as redes de cabeamento estruturado para empresas, comércios e indústrias em Curitiba são compostas basicamente por dois tipos de cabos: cabos metálicos (de par trançado) e cabos de fibra óptica.
Cada um deles tem características específicas, aplicações recomendadas e diferentes custos.
→ Os cabos metálicos são compostos por um fio de cobre que transporta as informações, envolto por uma malha protetora isolante. Podem ser UTP, STP ou crossover (que veremos a seguir). Os cabos UTP e STP possuem várias categorias quanto à velocidade e capacidade de transmissão de dados.
→ Os cabos óticos – ou fibras óticas – transmitem os dados por sinais luminosos. Para isso, seu núcleo é composto de um filamento de vidro feito de sílica e revestido com material isolante.
A seguir, você confere quais são os principais cabos utilizados, suas categorias de acordo com as normas, e como escolher o mais adequado para a sua empresa.
Por falar nisso, clicando no vídeo a seguir você conhece as principais normas que estabelecem os padrões utilizados nos projetos de cabeamento estruturado para redes de comunicação!
1. Cabos UTP
Os cabos UTP – Unshielded Twisted Pair – são conhecidos como “cabos de par trançado sem blindagem”. Possuem quatro pares de fios condutores trançados, protegidos por uma capa de PVC ou materiais com baixa emissão de fumaça (LSZH) em aplicações mais exigentes.
O trançamento dos pares minimiza interferências eletromagnéticas internas e externas, tornando-o uma solução eficiente e econômica para redes locais.
Pela facilidade de instalação e custo acessível, os cabos UTP seguem amplamente utilizados em redes de cabeamento estruturado Curitiba e outras regiões do Brasil, tanto em ambientes corporativos quanto em instalações industriais e comerciais.
Seu limite típico de alcance é de até 100 metros, com velocidades que podem chegar a 10 Gbps na categoria 6A. Para ambientes de altíssima velocidade, a categoria 8 permite até 40 Gbps em distâncias reduzidas, geralmente até 30 metros. Esse tipo de cabeamento estruturado em Curitiba costuma ser aplicado em interligações internas de racks e data centers.
Em enlaces de maiores distâncias ou demandas de altíssima disponibilidade, como backbones de ambientes de missão crítica, a fibra óptica é hoje a escolha predominante.
Vantagens principais do cabeamento estruturado tipo UTP
- Instalação simples
- Custo acessível
- Boa performance para distâncias de até 100 metros
Categorias de cabos UTP em uma rede de cabeamento estruturado em Curitiba
Os cabos UTP são padronizados por normas como a ISO/IEC 11801 e a EIA/TIA-568-B, que estabelece 10 categorias levando em conta o nível de segurança dos cabos e a bitola dos fios condutores.
Categorias CAT 1 a CAT 5
CAT 1: Usado apenas para voz (telefonia analógica).
CAT 2 a CAT 4: Foram usados em redes antigas (Token Ring, ARCnet, etc.), mas não são mais utilizados nem recomendados.
CAT 5: Suportava até 100 Mbps (Fast Ethernet) e até 100 MHz de banda. Desde os anos 2000, vem sendo substituída pelo cabeamento estruturado CAT 5e.
Com a geração 5e, entramos na era da “Gigabit Ethernet”, que permite velocidades de transmissão 10 vezes maiores (1 Gb/s ou mais).
Assim, as categorias CAT 1 a CAT 5 de cabeamento estruturado ainda estão disponíveis no mercado, mas foram superadas com o surgimento dos cabos CAT 5e e subsequentes.
Categorias CAT 5e a CAT 8.2
Enquanto na Fast Ethernet são necessários somente dois pares de fios trançados para realizar o envio e o recebimento de dados com velocidade de até 100 Mbps, nas transmissões superiores a 1 Gbps são utilizados os quatro pares para suportar a comunicação chamada “Full Duplex”, onde transmissão e recepção de informações ocorrem ao mesmo tempo.
A velocidade e a capacidade de transmissão variam de acordo com as seguintes categorias:
CAT 7 e CAT 7A: Encontram uso mais específico, onde se busca maior proteção contra interferências e velocidades mais altas, mas são menos comuns em projetos corporativos convencionais, devido ao custo mais elevado.
CAT 8: Mais voltado a ambientes específicos, como salas técnicas com switches de alta capacidade. Suporta até 40 Gb/s, mas em distâncias curtas (até 30 metros). Na maioria das empresas convencionais, não é necessário.
No dia a dia das empresas em Curitiba, o cabeamento CAT 6 e, em muitos casos, CAT 6a é o padrão que tem sido mais especificado por projetistas e instaladores.
CAT 5e: Ainda muito presente em instalações mais simples ou antigas. Suporta até 1 Gb/s e frequências de até 100 MHz. Atende bem pequenos escritórios e redes menos exigentes.

CAT 6: Essa categoria de cabeamento estruturado opera em 250 MHz, com taxa de transmissão de 1Gb/s para links de até 100 metros e 10 Gbps até 55 metros (em ambientes controlados).
É menos flexível, o que pode gerar restrições em alguns projetos de cabeamento estruturado.
Atualmente, é o padrão mais utilizado em empresas que buscam equilíbrio entre custo e desempenho.
CAT 6a: Ideal para empresas que já pensam em aplicações de alta demanda, como telefonia IP, videoconferência, câmeras de segurança em alta definição e sistemas mais integrados.
O cabeamento CAT 6a opera a 500 MHz e suporta 10 Gbps até 100 metros. É o padrão atual de entrada para ambientes críticos, como salas técnicas, CPDs e redes preparadas para longos ciclos de vida.
CAT 7: Possui capacidade de banda de 600MHz e taxa de transmissão é de 10 Gb/s para distâncias de até 100 metros. Além de Ethernet, permite telefonia, CCTV (circuito fechado de TV) e Gigabit Ethernet padrão 1000 BASE-TX no mesmo cabo.
Na prática, não são muito utilizados no Brasil e no mundo, superados diretamente pelo CAT 6A e, em seguida, pela fibra ótica.
CAT 7a: Essa categoria de cabeamento estruturado comporta 1000 MHz e velocidade de 10 Gb/s com telefonia, CATV e Gigabit Ethernet padrão 1000BASE-TX no mesmo cabo.
Pode suprir até 40 Gbps em curtas distâncias, mas não se consolidou comercialmente.
Os cabos CAT7 e CAT7a são mais utilizados em aplicações que necessitam de proteção contra interferências e velocidades mais altas, mas são menos comuns em projetos corporativos convencionais, devido ao custo mais elevado.
CAT 8.1 e CAT 8.2: Os cabos dessas categorias possuem banda de 1600 MHz (CAT 8.1) a 2000 MHz (CAT 8.2), com velocidades de até 40 Gb/s.
Permitem telefonia, CATV e Gigabit Ethernet padrão 1000BASE-TX no mesmo cabo.
Também chamado de “Link Permanente”, o cabeamento estruturado da categoria 8.1 exige dois módulos de conexão RJ45, e o 8.2 utiliza usa conectores proprietários (GG45, TERA).
Esse tipo de cabeamento estruturado em Curitiba é voltado a ambientes específicos, como salas técnicas com switches de alta capacidade e data centers com redes de dados locais ultrarrápidas e com alta demanda de dados. É uma tecnologia que está em assimilação e tende a ser utilizada apenas nesses casos específicos, já que possui custos mais elevados e compete, nesse sentido, com a fibra ótica OM4/OM5.
Suporta até 40 Gb/s, mas em distâncias curtas (até 30 metros). Na maioria das corporações convencionais, não é necessário.
No dia a dia das empresas, a tecnologia CAT 6 e, em muitos casos, CAT 6a é o tipo de cabeamento estruturado em Curitiba que mais tem sido recomendado por projetistas e instaladores.
2. Cabos STP
O Cabo STP – Shielded Twisted Pair – é um cabo de par trançado que possui blindagem metálica. A principal diferença entre um cabo UTP (Unshielded Twisted Pair) e um STP está justamente na presença dessa blindagem.
A blindagem tem a função de proteger a transmissão de dados contra interferências eletromagnéticas, reduzindo ruídos, perdas e oscilações no sinal. Ela pode ser aplicada em todo o cabo (blindagem global) ou de forma individual em cada par trançado, utilizando materiais como fita aluminizada ou malha metálica.
De acordo com a norma ISO/IEC 11801, seguida pela Anatel, as classificações de blindagem são as seguintes:
- U/UTP: Cabo sem nenhum tipo de blindagem (categorias até CAT 6);
- F/UTP: Cabo com blindagem global (fita) e sem blindagem nos pares;
- S/FTP: Cabo com blindagem global (malha metálica) + blindagem individual nos pares (fita);
- F/FTP: Cabo com blindagem tanto global (fita) quanto nos pares trançados (fita).
O uso de cabos blindados eleva o custo desse tipo de cabeamento estruturado em Curitiba, mas é altamente recomendado para ambientes com alto índice de interferências, como locais que possuem motores, inversores de frequência, transformadores e outros equipamentos que geram campos eletromagnéticos. Também é indicado para ambientes úmidos, onde cabos não blindados (UTP) podem sofrer degradação ou falhas.
3. Cabeamento estruturado com redes de fibra ótica
O cabo de fibra óptica transmite os dados por meio de sinais luminosos que trafegam por refração no interior da fibra. A fibra é constituída por um finíssimo filamento de vidro (sílica) ou polímero especial.
Essa solução permite velocidades muito superiores às dos cabos metálicos, além de total imunidade a interferências eletromagnéticas.
O filamento ótico (núcleo) é protegido por várias camadas de revestimento, incluindo blindagens mecânicas e capa externa, o que garante ótima resistência e transmissão em longas distâncias.
Em redes locais, a fibra pode operar com distâncias de até 550 metros no padrão multimodo e até 10, 20 ou mais de 40 quilômetros no padrão monomodo, dependendo dos transceptores utilizados e da qualidade da instalação.
Aplicações comuns nas empresas
- Interligação de andares
- Conexão entre prédios
- Conexão de rack principal a racks secundários (backbone de rede)

As redes de cabeamento estruturado com fibra óptica podem ser classificadas em:
- Fibra Multimodo (OM3, OM4)
Indicada para conexões internas (backbones de prédios, salas técnicas e data centers), possui núcleo maior (50 ou 62,5 microns). Opera com lasers de menor potência (VCSEL) e cobre distâncias de até 550 metros a 10 Gb/s, podendo chegar a 100 metros a 40 Gb/s, dependendo da especificação. Tem custo menor nos equipamentos ativos e maior facilidade de manuseio, porém limita o alcance. - Fibra Monomodo (SM)
Usada para conexões de longa distância, dentro ou fora do ambiente corporativo. Possui núcleo muito mais fino (9 microns), trabalha com lasers de alta potência e permite transmissões de 10 Gb/s, 40 Gb/s, 100 Gb/s e até 400 Gb/s, alcançando dezenas de quilômetros sem perda significativa. Tem custo mais elevado nos transceptores, mas oferece altíssima performance e escalabilidade.
Atualmente, as redes ópticas para cabeamento estruturado em Curitiba atendem demandas que vão desde redes corporativas de alto desempenho até salas técnicas, ambientes de missão crítica e data centers, com velocidades que partem de 10 Gb/s e já escalam para 25 Gb/s, 40 Gb/s, 100 Gb/s e, em projetos específicos, até 400 Gb/s.
Tendências atuais no cabeamento estruturado em Curitiba com fibra óptica para ambientes de missão crítica
À medida que a demanda por velocidade, disponibilidade e alta densidade de dados cresce, especialmente em empresas que possuem ambientes como data centers, salas técnicas e operações industriais de missão crítica, o mercado de cabeamento estruturado com fibra óptica também evolui.
Nesse sentido, as principais tendências em tipos de cabeamento estruturado em Curitiba são:
Padrões de alta velocidade — 100, 200 e 400 Gb/s
A fibra óptica se consolidou como a solução definitiva para suportar as redes corporativas de alta velocidade. Empresas com grandes operações já planejam backbones de 100 Gb/s, enquanto data centers e operações críticas já operam com 200 e 400 Gb/s.
Redes de cabeamento estruturado assim exigem fibras de altíssima qualidade, conectores de precisão e projetos certificados segundo padrões como ISO/IEC 11801, ANSI/TIA-568 e IEEE 802.3bs (400 GbE).
Soluções ópticas pré-conectorizadas — instalação rápida e segura
Cada vez mais adotadas, essas soluções vêm prontas de fábrica, testadas e certificadas, eliminando erros de campo, reduzindo o tempo de instalação e assegurando a performance.
São ideais para salas técnicas, expansões rápidas de data centers ou ambientes industriais críticos.
A instalação é praticamente plug & play, com conectores robustos e de altíssima qualidade.
Fibra x cabo metálico: qual tipo de cabeamento estruturado escolher?
A principal desvantagem da fibra óptica ainda é o custo mais elevado, tanto dos cabos quanto dos equipamentos e conectores necessários. Além disso, a instalação exige mão de obra altamente qualificada, o que também impacta no investimento.
Por outro lado, o cabeamento estruturado em fibra óptica é a solução ideal para empresas, indústrias e edifícios que demandam tráfego intenso de dados, alta disponibilidade e velocidades elevadas, além de menor risco de interferências eletromagnéticas.
Para redes corporativas de menor porte, escritórios, setores administrativos ou ambientes onde o volume de dados não é tão extremo, os cabos metálicos — como UTP ou STP nas categorias CAT 5e, CAT 6 e CAT 6a — são uma excelente escolha. Esses tipos de cabeamento estruturado em Curitiba oferecem velocidades altas, custos mais acessíveis e maior flexibilidade na instalação e manutenção.
“A escolha do modelo de cabeamento estruturado em Curitiba deve sempre considerar a praticidade, o custo-benefício e a compatibilidade com os dispositivos da rede”, explica o engenheiro eletricista Osmar Nascimento Costa, da OMS Engenharia.
Ele reforça que um bom projeto de rede é essencial para evitar problemas futuros:
“Por isso, sempre buscamos a solução mais adequada para cada cliente, equilibrando custo, desempenho e possibilidade de crescimento. Nosso foco é entregar uma rede preparada para expansões, upgrades e adaptações futuras, sem desperdícios e sem retrabalho”.
Confira no vídeo a seguir como sua empresa pode montar uma rede lógica eficiente, escalável e segura!
Solução em crescimento: redes híbridas (cobre + fibra)
Atualmente, os projetos mais eficientes combinam o melhor dos dois mundos:
- Cobre (CAT 6 ou 6a) para os pontos de trabalho, como computadores, telefones IP e câmeras.
- Fibra óptica no backbone (interligação de racks, andares ou prédios).
Esse modelo traz robustez, escalabilidade e maior segurança para a rede, além de ser uma solução financeiramente viável.
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Agora que você já conhece os principais tipos de cabeamento estruturado em Curitiba, é hora de entender também como escolher a topologia ideal para sua rede — ou seja, o layout que organiza a comunicação entre os equipamentos.
Topologias de cabeamento estruturado em Curitiba: entenda os layouts mais utilizados
As topologias de rede — ou seja, os layouts de conexão entre os dispositivos — são fundamentais no planejamento do cabeamento estruturado em Curitiba ou em qualquer outro lugar.
Além do modelo simples, ponto a ponto, que conecta apenas dois dispositivos entre si, existem outras arquiteturas mais robustas, que atendem desde pequenos escritórios até grandes indústrias e data centers.
Veja como funcionam as principais topologias e seus pontos fortes e fracos para todos os tipos de cabeamento estruturado em Curitiba.
Topologia barramento (bus)
Neste modelo, todos os dispositivos são conectados em um único cabo ou backbone por onde trafegam os dados. Cada dispositivo “escuta” todo o tráfego, mas só processa o que lhe é destinado.
Pontos fortes
- Baixo custo inicial.
- Uso reduzido de cabos.
- Simples de instalar em pequenas redes.
Pontos fracos
- Desempenho cai conforme mais dispositivos entram na rede.
- Difícil localizar falhas.
- Uma falha no cabo principal pode derrubar toda a rede.
É uma topologia praticamente obsoleta nas redes modernas, mas ainda pode existir em sistemas legados ou muito simples.
Topologia estrela
É a topologia mais utilizada atualmente. Todos os dispositivos são conectados a um ponto central, geralmente um switch, que gerencia e distribui os dados.
Existem duas formas clássicas de operação:
- Polling: o dispositivo só transmite dados quando recebe autorização do servidor ou do dispositivo central. Essa composição é menos usada atualmente.
- Contenção: os dispositivos transmitem quando a rede está livre, sem necessidade de autorização. Esse modelo é mais comum, eficiente e escalável.
Pontos fortes:
- Fácil de instalar, gerenciar e expandir.
- Isolamento de falhas: se um cabo ou dispositivo falha, o restante da rede continua funcionando.
- Diagnóstico de problemas é simples.
Desvantagens:
- Depende do equipamento central (switch ou roteador). Se ele falha, toda a rede é afetada.
- Custo maior com cabeamento, já que todos os dispositivos precisam de um cabo até o ponto central.
Topologia anel (ring)
Os dispositivos são conectados em série, formando um circuito fechado. Os dados passam de um dispositivo para outro até chegar ao destino.
Pontos fortes:
- Boa performance em redes com tráfego moderado.
- Mais simples de implementar do que uma malha.
Desvantagens:
- Uma falha em qualquer ponto interrompe toda a rede, a menos que haja mecanismos de redundância (como duplo anel).
- Mais difícil de diagnosticar problemas.
- Praticamente em desuso nas redes Ethernet atuais, mas ainda presente em sistemas industriais específicos.
Topologia ponto a ponto (peer to peer)
Conecta diretamente dois dispositivos, geralmente utilizando um cabo crossover (ou configuração automática nos switches modernos).
Pontos fortes:
- Simplicidade e baixo custo.
- Ideal para redes muito pequenas ou testes.
Desvantagens:
- Sem escalabilidade.
- Limitada a dois dispositivos.
Topologias modernas e avançadas
Além dos layouts básicos que acabamos de ver, as redes corporativas atuais costumam usar topologias mais robustas e flexíveis. Entre elas:
Topologia híbrida
- Combina dois ou mais tipos de topologias (ex.: estrela + malha).
- Muito utilizada em projetos de expansão, retrofit ou redes complexas.
Topologia malha (mesh)
- Todos os dispositivos estão interligados.
- Excelente tolerância a falhas: se um caminho falha, o tráfego segue por outro.
- Muito usada em data centers, ambientes críticos e redes sem fio corporativas.
Topologia estrela hierárquica (ou em árvore)
- Várias estrelas interligadas, formando uma hierarquia.
- Switches de acesso conectados a switches de distribuição, que se ligam a um core central (backbone).
- Modelo padrão das redes atuais.
Topologia backbone
- Estrutura de rede onde switches ou servidores principais são interligados por links de alta capacidade (fibra óptica).
- As estações de trabalho se conectam a switches de acesso, que se ligam ao backbone.
Topologia wireless (Sem fio)
- Dispositivos se comunicam por meio de ondas de rádio, conectados a access points (APs).
- É uma topologia lógica em estrela, onde todos os dispositivos se conectam ao AP.
Topologias otimizadas — menos latência, mais resiliência
Os projetos modernos adotam topologias que reduzem pontos de falha, diminuem a latência e aumentam a resiliência. Isso inclui:
- Redes spine-Leaf ópticas, especialmente em data centers e ambientes de TI.
- Redução de interligações metálicas em favor da fibra direta entre switches, roteadores e storage.
- Backbone óptico redundante para garantir operação 24/7.
Redes PON LAN: altas velocidades para grandes redes de cabeamento estruturado em Curitiba
As redes PON LAN são formadas por fibras óticas de banda larga com alta capacidade de transmissão. Elas podem integrar, na mesma rede, serviços de:
- Dados
- Voz
- Vídeo
- Sistema de automação
- Sistemas de segurança ou outros.
Essa versatilidade faz com que as redes PON sejam utilizadas por empresas que demandam uma estrutura mais robusta para a transmissão de dados. É o caso de indústrias, hotéis, hospitais ou grandes empresas.
As redes PON LAN, também chamadas de redes ópticas passivas (ou POL – Passive Optical LAN), oferecem alta capacidade, redução de cabeamento e menor consumo de energia.
Elas conectam o provedor ao local de destino – chamado de “X” – com a topologia FTTx (Fiber to the X).
Nessa arquitetura de rede, a fibra ótica vai do provedor até o X, que pode ser uma residência, um edifício ou mesmo as estações de trabalho dos funcionários de uma empresa.
A rede é “passiva” porque não demanda a utilização de energia durante a transmissão dos sinais. Tem como vantagens principais:
- Instalação simplificada – utiliza menos equipamentos que outras redes óticas, o que pode reduzir custos.
- Menor consumo de energia e menores gastos com refrigeração.
- Redução da quantidade de cabos, o que também representa menor investimento.
- Alta escalabilidade: novos terminais podem ser acrescentados e, com isso, a rede pode ser ampliada de acordo com a necessidade da empresa.
- Multisserviços: novos serviços de transmissão de dados podem ser acrescentados sem a necessidade de instalar mais cabos.
- Rapidez com boa segurança e alto alcance de cobertura.
Qual topologia escolher para o seu tipo de cabeamento estruturado em Curitiba?
A escolha da topologia de rede faz toda a diferença na performance, na escalabilidade e na confiabilidade do seu cabeamento estruturado.
“A OMS Engenharia sempre orienta seus clientes a adotarem topologias que combinem desempenho, custo-benefício e segurança, considerando também as futuras expansões da empresa”, destaca o engenheiro eletricista Osmar Nascimento Costa.
Apesar de estarem em expansão, redes de ponta, como a PON LAN, ainda são mais comuns em ambientes específicos, como, hotéis, hospitais, campi universitários e condomínios corporativos.
Para escritórios e ambientes comerciais padrão, o cabeamento estruturado tradicional (cobre + fibra) continua sendo o mais utilizado.
Portanto, quando falamos de cabeamento estruturado em Curitiba, o mercado tem se consolidado com soluções práticas, robustas e economicamente viáveis. O CAT 6 e CAT 6A dominam as instalações, enquanto a fibra óptica cresce como complemento estratégico para backbone e interligações.
Se a sua empresa busca estabilidade, performance e uma topologia de rede com cabeamento estruturado dentro das normas, o ideal é contar com uma empresa especializada, que entenda as necessidades do seu negócio e ofereça a solução mais adequada.
Parceria OMS Engenharia – Furukawa: vanguarda no cabeamento estruturado em Curitiba
A OMS Engenharia é uma empresa de engenharia multisserviços que realiza grandes projetos e obras de implantação de redes de cabeamento estruturado para empresas em Curitiba.
Uma desses projetos foi a reestruturação do cabeamento estruturado do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba.

Com a expertise acumulada em 34 anos de atuação em todas as áreas da engenharia, a OMS projeta e executa obras envolvendo as partes civil/arquitetônica, mecânica, hidráulica e elétrica/lógica, sendo especialista em:
- projetos de rede e cabeamento estruturado
- instalação de redes de comunicação para empresas
- certificação / comissionamento de redes de cabeamento estruturado
- manutenção de redes lógicas corporativas
Isso tudo é possível porque a OMS Engenharia possui um Centro de Treinamentos próprio onde técnicos e engenheiros-eletricistas ficam em dia com as inovações constantes do setor.
Um desses treinamentos foi realizado pela Furukawa, multinacional fornecedora de tecnologias de última geração que apresentou produtos como o cabo LAN ITMAX 40G Categoria 8, para projetos envolvendo cabeamento de datacenters e redes de cabeamento de ponta.
No evento, especialistas da Furukawa falaram sobre os tipos de cabos de fibra óptica e diferentes cabos UTP. Foram exibidos vídeos de demonstração da flamabilidade das capas dos cabos e diferenças entre as normas americanas e europeias.
Sempre na vanguarda tecnológica, a OMS utiliza a tecnologia Furukawa em seus projetos de cabeamento estruturado, redes lógicas, datacenters e redes de dados e comunicação.
Leia mais sobre os novos produtos Furukawa utilizados pela OMS nesse post aqui.
→ E quando estiver pronto para começar seu projeto com o tipo certo de cabeamento estruturado em Curitiba e municípios em um raio de até 100 km, conte com a OMS!
Juntos, projetaremos a rede de comunicação ideal para a sua empresa. Obrigado pela visita e nos vemos em breve!
OMS Engenharia – soluções completas em engenharia multifocal. Cuidamos de tudo, para você cuidar do seu negócio!

