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Incêndio no Museu Nacional alerta sobre os riscos da falta de manutenção elétrica

riscos da falta de manutenção elétrica

Destruição do maior museu de história natural do Brasil mostra que os riscos da falta de manutenção elétrica vão muito além de perdas financeiras.

O prejuízo causado pelo incêndio que destruiu o Museu Nacional no dia 2 de setembro de 2018 é incalculável. Tanto para a cultura brasileira quanto para a comunidade científica internacional.

Localizado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, o museu mais antigo do Brasil possuía 20 milhões de itens em seu acervo. Entre eles:

● o crânio de Luzia, a mulher mais antiga das Américas.
● a primeira coleção de múmias egípcias da América Latina.
● vasos gregos e afrescos de Pompeia.
● o meteorito de Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, com mais de 5 toneladas.
● o esqueleto do titanossauro Maxakalisaurus topai, o primeiro dinossauro brasileiro de grande porte montado no país.

riscos da falta de manutenção elétricaEspecializado em história natural, o museu da Quinta da Boa Vista era o maior centro de ciências do gênero na América Latina. Sua destruição evidenciou que os riscos da falta de manutenção elétrica vão além das perdas estruturais e financeiras. Isso porque o valor cultural do acervo perdido no incêndio do Museu Nacional é incalculável. E a sua destruição é irrecuperável.

200 anos de história perdidos por descaso

Ele foi criado com o nome de “Museu Real”, em 1818, pelo príncipe-regente dom João VI. Além de dom João, dom Pedro I e a imperatriz Leopoldina viveram no palacete. No local foi assinada a Independência do Brasil, em 1822. Também foi na antiga residência imperial que ocorreu a primeira Assembleia Constituinte da República.
Com coleções de geologia, paleontologia, antropologia, botânica, zoologia, etnologia e arqueologia, o acervo da Quinta da Boa Vista continha o diário da imperatriz Leopoldina e trechos da história indígena e da cultura brasileira.
O museu abrigava 200 anos de informação. Mas não tinha um sistema de prevenção de incêndio…

Subordinado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1946, por falta de verbas não recebia manutenção predial. O museu apresentava sinais visíveis de degradação. Entre eles, fios elétricos expostos, infiltrações e paredes descascando.

O prédio corria um dos principais riscos da falta de manutenção elétrica: alto consumo de energia sem a adequação do sistema elétrico ao aumento contínuo da demanda.

Foi o que afirmou o reitor da UFRJ, Roberto Leher: “Esta é uma edificação muito antiga, que foi concebida em um contexto em que não havia uso de energia, como usam as edificações acadêmicas. Nós temos laboratórios, áreas administrativas, informática, que têm grande uso de energia”.

O prédio passaria por reformas. Mas o incêndio veio antes, provocando o desabamento da estrutura interna e a destruição de um dos acervos mais valiosos do país.

Após o incêndio, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, declarou: “Isso é resultado de processo de negligência, e espero que sirva de alerta para que tragédias como esta não se repitam em outra instituição”.

Riscos da falta de manutenção elétrica no Brasil

O incêndio no Museu Nacional causou indignação geral pelo descaso com o patrimônio cultural brasileiro. Embora as causas da tragédia ainda não tenham sido oficialmente apontadas, é de conhecimento público que o prédio não recebia manutenção e precisava de reformas. Especialmente porque abrigava itens facilmente inflamáveis.

E infelizmente, não foi um caso pontual. Embora os riscos da falta de manutenção elétrica sejam amplamente divulgados em variadas mídias, o descaso com instalações elétricas ainda é muito comum no Brasil.
Por isso incêndios, choques e acidentes com eletricidade continuam se multiplicando, tanto na esfera privada como em órgãos públicos.

Só no ano passado, 1387 acidentes com energia elétrica foram contabilizados pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, Abracopel. E a própria entidade acredita que esse número possa ser até cinco vezes maior, devido aos casos não divulgados.
Desse total, 481 foram incêndios gerados por curto-circuito. Além disso, três pessoas morrem eletrocutadas a cada dois dias no Brasil.

Portanto, além de curtos e incêndios, mortes, ferimentos e perdas patrimoniais estão entre os riscos da falta de manutenção elétrica. Para saber mais sobre eles e sobre as vantagens da manutenção elétrica preventiva (como a economia na conta de luz e o combate ao desperdício), veja os posts a seguir:

https://omsengenharia.com.br/noticias/painel-eletrico-em-curitiba/
https://omsengenharia.com.br/noticias/beneficios-da-manutencao-eletrica-preventiva/
https://omsengenharia.com.br/noticias/manutencao-eletrica-predial-em-curitiba/
https://omsengenharia.com.br/noticias/manutencao-eletrica-em-curitiba/
https://omsengenharia.com.br/noticias/manutencao-eletrica/
https://omsengenharia.com.br/noticias/reduzir-consumo-de-energia/

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